NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS
A maioria dos organismos pluricelulares é formada por grupos especializados de células os . As células formam os diferentes tecidos. Os tecidos se agrupam e formam os órgãos. Os órgãos integrados formam os sistemas que reunidos formam um organismo.
A ecologia preocupa-se com as relações que ocorrem em formas de organização que vão além do organismo. Que são as : populações, comunidades e ecossitesmas.
As populações são formadas quando vários indivíduos da mesma espécie passam a viver em uma mesma área e mantêm relações entre si. É o caso da população humana de uma cidade ou da população de esquilos de uma floresta ou da população de sapos de uma lagoa.
Populações que habitam a mesma área mantêm entre si várias relações e formam um novo nível de organização, chamado de comunidade, biocenose, biota ou comunidade biótica.
A ecologia estuda também as relações entre os seres vivos e o meio físico (ar, luz, temperatura, umidade, tipo de solo, etc). Esses fatores físicos e químicos do ambiente que interagem com os seres vivos. Esses fatores físico, em ecologia são chamados FATORES ABIÓTICOS.
Os Seres vivos, em ecologia são chamados de FATORES BIÓTICOS.
A reunião dos fatores abióticos com os fatores bióticos forma um SISTEMA ECOLÓGIA ou ECOSSISTEMA.
Por exemplo, Uma flor com sua vegetação, seus animais, seu tipo de solo e seu clima característico, é um ecossistema, assim como um lago, um oceano, um tronco de árvore e um simples aquário.
O conjunto de florestas, campos, desertos e de outros grandes ecossistemas forma a BIOSFERA.
Então BIOSFERA é o conjunto de regiões do planeta em condições de sustentar a vida de modo permanente. Ela estende-se de cerca de 8 Km acima da superfície da Terra (do topo de altas montanhas) até cerca de 8 Km abaixo da superfície dos oceanos.
BIÓTOPO – é o local onde vive a comunidade.
Importante:
PRESERVAR – é não mexer no ambiente. Geralmente as unidades de preservação são locais onde as espécies com risco de extinção ou em extinção são mantidas.
CONSERVAÇÃO – pode-se mexer com consciência, de maneira sustentável (por exemplo, retirou uma planta, repõe duas. Utiliza água com consciência, etc.).
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Texto 50- Distribuição Geográfica dos Animais
As espécies terrestres tendem a se estabelecer em determinadas áreas e formar as regiões faunísticas ou zoogeográficas.
As regiões de acordo com a presença de certos animais e de barreiras geográficas são as seguintes:
NEÁRTICA
Localiza-se na América do Norte e abrande desde o norte do México até a Groenlândia. Abriga bisões, bois-almiscarados, caribus, cabras, lebres, lemingues, cães-de-pradaria, coiotes, linces, ursos, furões, diversas aves (corvos, corujas, cotovias, falcões) e répteis.
PALEÁRTICA
Abrange a Europa, a Ásia ( ao norte do Himalaia) e a África (ao norte do monte Atlas). Entre os animais, há bisões, cabras, javalis, esquilos, veados, toupeiras, macacos, ursos, porcos-espinhos, ratos, lobos e entre as aves, rouxinóis, cucos, cegonhas e pica-paus.
ORIENTAL
Localiza-se na Ásia, ao Sul do Himalaia. Há rinocerontes, tigres, panteras, elefantes indianos, gibões, orangotangos, társios, búfalos, mangustos, antas, pavões, galos silvestres e cobras.
ETIÓPICA
Compreende a África (ao sul do monte Atlas) e parte da Ásia. Há leões, hienas, zebras, girafas, antílopes, hipopótamos, elefantes, gorilas, chimpanzés, búfalos, antilopes, rinocerontes, avestruzes, crocodilos e muitas espécies de cobras.
AUSTRALIANA
Abrange a Austrália e as ilhas do Pacífico. Há ornitorrincos, equidnas, marsupiais (cangurus e coalas), morcegos, pássaros-liras, papagaios, quivis e tuatara (um tipo de lagarto).
NEOTROPICAL
Compreende a América do Sul, a Central e o Sul do México. Há tatus, preguiças, tamanduás, antas, capivaras, onças, gambás, pumas, jaguatiricas, lhamas, micos, sagüis e imensa variedade de aves, répteis e anfíbios.
As regiões de acordo com a presença de certos animais e de barreiras geográficas são as seguintes:
NEÁRTICA
Localiza-se na América do Norte e abrande desde o norte do México até a Groenlândia. Abriga bisões, bois-almiscarados, caribus, cabras, lebres, lemingues, cães-de-pradaria, coiotes, linces, ursos, furões, diversas aves (corvos, corujas, cotovias, falcões) e répteis.
PALEÁRTICA
Abrange a Europa, a Ásia ( ao norte do Himalaia) e a África (ao norte do monte Atlas). Entre os animais, há bisões, cabras, javalis, esquilos, veados, toupeiras, macacos, ursos, porcos-espinhos, ratos, lobos e entre as aves, rouxinóis, cucos, cegonhas e pica-paus.
ORIENTAL
Localiza-se na Ásia, ao Sul do Himalaia. Há rinocerontes, tigres, panteras, elefantes indianos, gibões, orangotangos, társios, búfalos, mangustos, antas, pavões, galos silvestres e cobras.
ETIÓPICA
Compreende a África (ao sul do monte Atlas) e parte da Ásia. Há leões, hienas, zebras, girafas, antílopes, hipopótamos, elefantes, gorilas, chimpanzés, búfalos, antilopes, rinocerontes, avestruzes, crocodilos e muitas espécies de cobras.
AUSTRALIANA
Abrange a Austrália e as ilhas do Pacífico. Há ornitorrincos, equidnas, marsupiais (cangurus e coalas), morcegos, pássaros-liras, papagaios, quivis e tuatara (um tipo de lagarto).
NEOTROPICAL
Compreende a América do Sul, a Central e o Sul do México. Há tatus, preguiças, tamanduás, antas, capivaras, onças, gambás, pumas, jaguatiricas, lhamas, micos, sagüis e imensa variedade de aves, répteis e anfíbios.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Texto 49-i- Manguezal
O manguezal é um ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e aquático, característico de regiões tropicais e subtropicais, sujeito ao regime de marés. É constituído por espécies vegetais lenhosas típicas, adaptadas às condições específicas deste ambiente.
São sistemas abertos, recebendo, em geral, um importante fluxo de água doce, sedimentos e nutrientes do ambiente terrestre e exportando água e matéria orgânica para o mar ou águas estuarinas.
O solo do manguezal caracteriza-se por ser úmido, salgado, lodoso, pobre em oxigênio e muito rico em nutrientes. Por possuir grande quantidade de matéria orgânica em decomposição, por vezes apresenta odor característico, mais acentuado se houver poluição. Essa matéria orgânica serve de alimento à base de uma extensa cadeia alimentar, como por exemplo, crustáceos e algumas espécies de peixes. O solo do manguezal serve como habitat para diversas espécies, como caranguejos.
Os manguezais desempenham um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. A sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes "berçários" naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou econômico.
A destruição dos manguezais gera grandes prejuízos, inclusive para economia, direta ou indiretamente, uma vez que são perdidas importantes frações ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Entre os problemas mais observados destacam-se o desmatamento e o aterro de manguezais para dar lugar a portos, estradas, agricultura, carcinicultura estuarina, invasões urbanas e industriais, derramamento de petróleo, lançamento de esgotos, lixo, poluentes industriais, agrotóxicos, assim como a pesca predatória, onde é muito comum a captura do caranguejo-ucá durante a época de reprodução, ou seja, nas "andadas", quando torna-se presa fácil. É preciso conhecer e respeitar os ciclos naturais dos manguezais para que o uso sustentado de seus recursos seja possível.
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
Texto 49h- Mata dos Cocais
Localizada nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, entre a floresta Amazônica e a caatinga, a mata dos cocais ou babaçuais e formada por vários tipos de palmeira: babaçu (o principal), carnaúba, oiticica e buriti. Das sementes do babaçu extrai-se óleo, usado na culinária e na indústria, álcool, fibras e outros produtos. Da carnaúba são extraídos ceras utilizadas em produtos de polir e encerar; suas folhas são também usadas para tecelagem; e os troncos, na construção de moradias.
A mata dos cocais é desmatada para as monoculturas, o que afeta o ambiente e as pessoas que dependem da comercialização dos produtos do babaçu e da carnaúba.
A mata dos cocais é desmatada para as monoculturas, o que afeta o ambiente e as pessoas que dependem da comercialização dos produtos do babaçu e da carnaúba.
Texto 49-g- Mata de Araucária
Também chamada de pinheral ou florestal de araucárias, é um tipo de floresta de clima subtropical, que se encontra em regiões elevadas das serras do Mar e da Mantiqueira e nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, correspondendo a cerca de 15% do território brasileiro.
A espécie vegetal predominante é o pinheiro-do-paraná, cujo termo científico é Araucaria angusrifolia, origina o nome desse bioma. Também há canela, imbuia, erva-mate, cedro, angico, gameleira, podocarpo e samanbaiaçu.
Entre os animais, há várias espécies de insetos, de aves (como a gralha-azul e o sabiá) e de mamíferos (como o tatu), muitas das quais se alimenta, do pinhão (a semente do pinheiro).
Mais de 95% da mata de araucária foi devastada para a retirada de madeira e o cultivo de eucaliptos e pinheiros diferentes do pinheiro-do-paraná.
A espécie vegetal predominante é o pinheiro-do-paraná, cujo termo científico é Araucaria angusrifolia, origina o nome desse bioma. Também há canela, imbuia, erva-mate, cedro, angico, gameleira, podocarpo e samanbaiaçu.
Entre os animais, há várias espécies de insetos, de aves (como a gralha-azul e o sabiá) e de mamíferos (como o tatu), muitas das quais se alimenta, do pinhão (a semente do pinheiro).
Mais de 95% da mata de araucária foi devastada para a retirada de madeira e o cultivo de eucaliptos e pinheiros diferentes do pinheiro-do-paraná.
Texto 49-f- Pantanal
O pantanal ou Pantanal Mato-Grossense ocupa a região oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, na bacia do rio Paraguaia, entre 100 m e 200 m de altitude. Como na bacia o declive é pequeno, o escoamento dos rios é lento e, na época das chuvas (geralmente de outubro a março), cerca de dois terços do pantanal ficam alagados. Nos outros meses, os rios voltam ao curso normal e deixam várias lagoas. O solo é fértil não tanto por sua composição, mas por causa do material orgânico trazido pelos rios.
Ele pode ser dividido em três áreas:
- alagadas – a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado.
- de eventuais alagamentos – além de vegetação rasteira, apresenta arbustos e palmeiras;
- que não sofrem inundação – predomina o cerrado e, em locais mais úmidos, há espécies arbóreas da floresta tropical; esses trechos de mata não alagados servem de abrigo aos animais durante o período das cheias.
Nas lagoas há vegetais aquáticos flutuantes – como o aguapé, a erva-de-santa-luzia, a elódea, a salvínia e a vitória-régia – e fixos com folhas emersas – como o sagitária. Entre as plantas submersas, há a cabomba e a utriculária (planta carnívora que se alimenta de invertebrados aquáticos microscópicos).
Há também extensos capinzais (que servem de pastagem para o gado), ipês, jatobás, cambarás, imbiriçus, acácias, piúvas, pequizeiros, imbaúbas, timbó, carandá, e angico-vermelho.
As espécies animais são exuberantes, principalmente as aves e os peixes. Entre os mamíferos, podemos citar: a onça-parda (suçuarana) e aonça-pintada, a jaguatirica, o gato-do-mato, o lobo-guará o cachorro-vinagre, que caçam o porco-do-mato; a capivara, o cervo-do-pantanal, a anta, os preas. São encontrados também a lontra, a ariranha, o tamanduá-bandeira e o tatu-canastra.
No pantanal há maior diversidade de aves do mundo, com mais de seiscentas espécies: garças, socós, colhereiros, tucanos, cabeças-seca, anhumas, biguás, gaivotas, arara, patos, marrecos, urubus, gaviões-reais, araras, papagaios, periquitos, mutuns, emas, seriema, Martins-pesacdores e jaburus (tuiuiús, símbolos do pantanal). Entre os répteis, há o jacaré-do-pantanal, a sucuri e o sinimbu (um lagarto). Dos peixes, destacam-se o pintado, o dourado, o jaú, o pacu, o surubim, a traíra, o lambari e a piranha.
A pecuária é extensiva e a pesca são as atividades econômicas dominantes na região, mas a agricultura sem controle em certos locais, com os garimpos de ouro e de diamante, tem provocado o assoreamento de alguns rios, a erosão do solo e a contaminação da fauna por agrotóxicos.
A destruição da fauna pela caça clandestina e pela pesca sem controle é um dos maiores problemas da região.
É possível planejar a pecuária e o extrativismo, além da criação de jacarés, capivaras e outros animais, com a utilização controlada da maior fonte de peixes de água doce do mundo.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
Ele pode ser dividido em três áreas:
- alagadas – a vegetação de gramíneas desenvolve-se no inverno e serve de alimento para o gado.
- de eventuais alagamentos – além de vegetação rasteira, apresenta arbustos e palmeiras;
- que não sofrem inundação – predomina o cerrado e, em locais mais úmidos, há espécies arbóreas da floresta tropical; esses trechos de mata não alagados servem de abrigo aos animais durante o período das cheias.
Nas lagoas há vegetais aquáticos flutuantes – como o aguapé, a erva-de-santa-luzia, a elódea, a salvínia e a vitória-régia – e fixos com folhas emersas – como o sagitária. Entre as plantas submersas, há a cabomba e a utriculária (planta carnívora que se alimenta de invertebrados aquáticos microscópicos).
Há também extensos capinzais (que servem de pastagem para o gado), ipês, jatobás, cambarás, imbiriçus, acácias, piúvas, pequizeiros, imbaúbas, timbó, carandá, e angico-vermelho.
As espécies animais são exuberantes, principalmente as aves e os peixes. Entre os mamíferos, podemos citar: a onça-parda (suçuarana) e aonça-pintada, a jaguatirica, o gato-do-mato, o lobo-guará o cachorro-vinagre, que caçam o porco-do-mato; a capivara, o cervo-do-pantanal, a anta, os preas. São encontrados também a lontra, a ariranha, o tamanduá-bandeira e o tatu-canastra.
No pantanal há maior diversidade de aves do mundo, com mais de seiscentas espécies: garças, socós, colhereiros, tucanos, cabeças-seca, anhumas, biguás, gaivotas, arara, patos, marrecos, urubus, gaviões-reais, araras, papagaios, periquitos, mutuns, emas, seriema, Martins-pesacdores e jaburus (tuiuiús, símbolos do pantanal). Entre os répteis, há o jacaré-do-pantanal, a sucuri e o sinimbu (um lagarto). Dos peixes, destacam-se o pintado, o dourado, o jaú, o pacu, o surubim, a traíra, o lambari e a piranha.
A pecuária é extensiva e a pesca são as atividades econômicas dominantes na região, mas a agricultura sem controle em certos locais, com os garimpos de ouro e de diamante, tem provocado o assoreamento de alguns rios, a erosão do solo e a contaminação da fauna por agrotóxicos.
A destruição da fauna pela caça clandestina e pela pesca sem controle é um dos maiores problemas da região.
É possível planejar a pecuária e o extrativismo, além da criação de jacarés, capivaras e outros animais, com a utilização controlada da maior fonte de peixes de água doce do mundo.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
Texto 49-e- Pampas
Os pampas ou campos do sul localizam-se no exgtremo sul do páis, principalmente
no Rio Grande do Sul. A vegetação dominante é formada por gramíneas de pequeno
pote, com poucos arbustos espalhados. De modo geral, não há árvores (são
encontradas algumas ao longo dos rios e na região litorânea);por isso são
chamados também de campos limpos (por ter também vegetação arbórea e arbustiva,
o cerrado é chamado de campo sujo).
A região é utilizada na produção de trigo, arroz, milho e soja, o que
vem provocando a erosão do solo, e para a pecuária. Muitos animais, como o tatu e diversos roedores, cavam tocas.
Entre os carnívoros, há o gato-do-pampa, o zorrilho (espécie de raposa) e o
guaxinim. Entre as aves, encontram-se o marreco, o tachã e o quero-quero.
Texto 49-d- Cerrado
O cerrado ou campo cerrado ocupa cerca de 2,3 milhão de quilômetros quadrados do Brasil central, em parte dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul. Maranhão, Minas Gerais e quase todo o estado de Goiãs e de Tocantins. Aparece também em Sçao Paulo e no Paraná. Considerando as zonas esparsas do Norte, Nordeste e Sul, a extenção do cerrado atinge cerca de 2 milhões de quilômetros quadrados, aproximadamente, 25% do território nacional.
O clima é quente, com períodos alternados de chuva e seca (inverso seco e verão chuvoso). A vegetação assemelha-se à da savana e, na estação seca, pode queimar espontaneamente. Por isso o fogo no cerrado parece ter um ciclo mais ou menos regular e algumas espécies vegetais dependem Del para a reprodução e florescem apenas após uma queimada. As árvores permanecem vivas graças àsw raízes profundas e aos caules subterrâneos ou à presença de uma cutícula espessa, rica em súber (cortiça) no caule, que age com isolante térmico.
Além de árvores esparsas, há arbustos e gramíneas. Os caules das árvores são tortuosos, com folhas coriáceas; comumente, as raízes longas atingem as reservas de água subterrânea.
Em condições naturais , osolo é muito ácido, com baixo conteúdo de cálcio e magnésio e grande quantidade de alumínio, o que dificulta a absorção de nutrientes pelas raízes. Os troncos têm aspecto recurvado e torcido porque, periodicamente, as gemas (pontes de crescimento) na ponta dos caules são destruídas pelo fogo. Com isso, as gemas laterais crescem e provocam a curvatura do caule.
Durante a seca, algumas plantas perdem as folhas, outras perdem também os ramos e fica apenas o caule subterrâneo. Entre as plantas típicas, há o barbatimão, o pau-santo, o araçá, o pau-terra, a catuaba, o indaiá, o Gonçalo-alves, a sucupira, a gariroba, o angico, a caviúna, ipê-do-cerrado, a peroba-do-campo e o pequizeiro. Entre as plantas herbáceas, há o capim-flexa, o capim-barba-de-bode e o cajueiro-do-campo. Além da madeira e de produtos medicinais, outros produtos podem ser extraídos das árvores: cortiça, tanino (extraído do barbatimão e usado par curtir couro), óleo (do pequi, fruto do pequizeiro), frutos (mangaba, jatobá, murici).
Entre os mamíferos, há o tamanduá-bandera, o tatu-bolo e o tatu-canastra, característico da America do Sul e ameaçados de extinção. São encontrados ainda o quati, o macaco-prego, o sagu, o rato-do-mato e o veado-campeiro, além de carnívoros, como a onça-pintada, a suçuarana, a jaguatirica, o lobo-guará, ou guará, o cachorro-vinagre, o furão, o cangambá eo guaxinim.
Entre as aves, citamos a seriema, a gralha, a asa-branca, o papagaio, a araraúna, o tucano, a coruja, o pica-pau, o urubu-rei, o socó, a ema (maior ave das Américas), o gavião-preto, o gavião-carcará e urubu-rei).
De répteis, encontram-se a jararaca, a cascavel, a jibóia, a sucuri, os lagartos, os cágados e os jabuis. Nos rios há rica variedade de peixes.
Se tratado com fertilizantes e tendo a acidez corrigida com calcário, o solo do cerrado é muito útil para a agricultura, usando principalmente para a produção de cana-de-açúcar, soja e milho e para a criação de bovinos. No entanto, o uso inadequado e o desmatamento excessivo têm levado ao esgotamento e à erosão desse solo, com risco de desertificação. A poluição por agrotóxicos, a caça predatória e a extração de madeira também ameaçam esse ecossistema.
O clima é quente, com períodos alternados de chuva e seca (inverso seco e verão chuvoso). A vegetação assemelha-se à da savana e, na estação seca, pode queimar espontaneamente. Por isso o fogo no cerrado parece ter um ciclo mais ou menos regular e algumas espécies vegetais dependem Del para a reprodução e florescem apenas após uma queimada. As árvores permanecem vivas graças àsw raízes profundas e aos caules subterrâneos ou à presença de uma cutícula espessa, rica em súber (cortiça) no caule, que age com isolante térmico.
Além de árvores esparsas, há arbustos e gramíneas. Os caules das árvores são tortuosos, com folhas coriáceas; comumente, as raízes longas atingem as reservas de água subterrânea.
Em condições naturais , osolo é muito ácido, com baixo conteúdo de cálcio e magnésio e grande quantidade de alumínio, o que dificulta a absorção de nutrientes pelas raízes. Os troncos têm aspecto recurvado e torcido porque, periodicamente, as gemas (pontes de crescimento) na ponta dos caules são destruídas pelo fogo. Com isso, as gemas laterais crescem e provocam a curvatura do caule.
Durante a seca, algumas plantas perdem as folhas, outras perdem também os ramos e fica apenas o caule subterrâneo. Entre as plantas típicas, há o barbatimão, o pau-santo, o araçá, o pau-terra, a catuaba, o indaiá, o Gonçalo-alves, a sucupira, a gariroba, o angico, a caviúna, ipê-do-cerrado, a peroba-do-campo e o pequizeiro. Entre as plantas herbáceas, há o capim-flexa, o capim-barba-de-bode e o cajueiro-do-campo. Além da madeira e de produtos medicinais, outros produtos podem ser extraídos das árvores: cortiça, tanino (extraído do barbatimão e usado par curtir couro), óleo (do pequi, fruto do pequizeiro), frutos (mangaba, jatobá, murici).
Entre os mamíferos, há o tamanduá-bandera, o tatu-bolo e o tatu-canastra, característico da America do Sul e ameaçados de extinção. São encontrados ainda o quati, o macaco-prego, o sagu, o rato-do-mato e o veado-campeiro, além de carnívoros, como a onça-pintada, a suçuarana, a jaguatirica, o lobo-guará, ou guará, o cachorro-vinagre, o furão, o cangambá eo guaxinim.
Entre as aves, citamos a seriema, a gralha, a asa-branca, o papagaio, a araraúna, o tucano, a coruja, o pica-pau, o urubu-rei, o socó, a ema (maior ave das Américas), o gavião-preto, o gavião-carcará e urubu-rei).
De répteis, encontram-se a jararaca, a cascavel, a jibóia, a sucuri, os lagartos, os cágados e os jabuis. Nos rios há rica variedade de peixes.
Se tratado com fertilizantes e tendo a acidez corrigida com calcário, o solo do cerrado é muito útil para a agricultura, usando principalmente para a produção de cana-de-açúcar, soja e milho e para a criação de bovinos. No entanto, o uso inadequado e o desmatamento excessivo têm levado ao esgotamento e à erosão desse solo, com risco de desertificação. A poluição por agrotóxicos, a caça predatória e a extração de madeira também ameaçam esse ecossistema.
Texto 49-c- Caatinga
A caatinga ocupa aproximadamente 1 milhão de quilômetros quadrados (cerca de 10% do território brasileiro) e estende-se pelos estados do Nordeste (Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia) e pelo norte de Mingas Gerais.
Trata-se de uma zona quente e seca, de clima semi-árido, com baixo índice pluviométrico e estações de seca prolongada. Na época das chuvas, a vegetação é verde. No período das secas, a caatinga não tem folhas e seu aspecto é esbranquiçado; daí o seu nome, que em tupi significa “mata branca”.
A vegetação está adaptada ao clima seco (plantas xerófilas). E comum a família das cactáceas, que incluem pequenas plantas, como o quipá.
Existem também plantas grandes e arborescentes, como o mandacaru, o facheiro, a coroa-de-frade e o xiquexique. Destacam-me também a maniçoba, o marmeleiro, o umbuzeiro, a barriguda e os ipês. A oiticica e o juazeiro caracterizam-se por não perderem suas duras folhas na época das secas. A barúna, o pau-ferr, o sabiá e a aroeira são exemplos da boa madeira desse ecossistema.
Não há grande variedade de espécies animais. Estão presentes alguns mamíferos, como o sagüi-do-nordeste, o macaco-prego, o tatupedba, o mocó(pequeno roedor) , o gambé, o preá, o caititu, o veado-catingueiro e a cutia. Entre as aves, estão o carcará, a gralha-canção, a ema, a seriema e a pomba-avoante. Há também répteis – como o calango, a jibóia e a cascavel – e anfíbios – como o sapo-cururu.
Como todos os ecossistemas brasileiros, a caatinga também está ameaçada; restam 50% da vegetação original. Nela, o desmatamento leva rapidamente à desertificação. A construção de canais e açudes é importante porque permite regar pastos e plantações. A irrigação do solo ajudaria a aumentar a produção de milho, feijão, mandioca e algodão.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
Trata-se de uma zona quente e seca, de clima semi-árido, com baixo índice pluviométrico e estações de seca prolongada. Na época das chuvas, a vegetação é verde. No período das secas, a caatinga não tem folhas e seu aspecto é esbranquiçado; daí o seu nome, que em tupi significa “mata branca”.
A vegetação está adaptada ao clima seco (plantas xerófilas). E comum a família das cactáceas, que incluem pequenas plantas, como o quipá.
Existem também plantas grandes e arborescentes, como o mandacaru, o facheiro, a coroa-de-frade e o xiquexique. Destacam-me também a maniçoba, o marmeleiro, o umbuzeiro, a barriguda e os ipês. A oiticica e o juazeiro caracterizam-se por não perderem suas duras folhas na época das secas. A barúna, o pau-ferr, o sabiá e a aroeira são exemplos da boa madeira desse ecossistema.
Não há grande variedade de espécies animais. Estão presentes alguns mamíferos, como o sagüi-do-nordeste, o macaco-prego, o tatupedba, o mocó(pequeno roedor) , o gambé, o preá, o caititu, o veado-catingueiro e a cutia. Entre as aves, estão o carcará, a gralha-canção, a ema, a seriema e a pomba-avoante. Há também répteis – como o calango, a jibóia e a cascavel – e anfíbios – como o sapo-cururu.
Como todos os ecossistemas brasileiros, a caatinga também está ameaçada; restam 50% da vegetação original. Nela, o desmatamento leva rapidamente à desertificação. A construção de canais e açudes é importante porque permite regar pastos e plantações. A irrigação do solo ajudaria a aumentar a produção de milho, feijão, mandioca e algodão.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
Texto 49-b- Mata Atlântica
Também conhecida como floresta pluvial costeira, a mata Atlântica é uma floresta tropical, de clima quente e úmido, que se estende, em fragmentos esparsos, ao longo do litoral brasileiro. Das florestas tropicais, é a que apresenta a maior diversidade de espécies do mundo.
Entre as árvores, há o jequitibá-rosa a quaresmeira, o fedegoso, o ipê, a embaúda, a palmeira-juçara (que fornece o palmito), a canela, o jacarandá, o cedro e a peroba. No interior da floresta há grande variedade de trepadeiras, mata-paus e pteridófitas.
Na mata Atlântica vivem diversos mamíferos, muitos ameaçados de extinção: marsupiais (como o gambé e a cuíca-d-água), primatas (como o muriqui, o mico-leão, o mico-leão-fourado, o sagüi-preto e o macaco-prego), guaxinins (mão-pelada), coatis, onças-pintadas, gatos-do-mato, cachorros-vinagre, suçuaranas, caxinguelês, cutias, ouriços-cachoerios, porcos-do-mato, tatus, pacas, tamanduás-mirins, capivaras, antas e preguiças.
Entre as aves: macuco, inhambu, patos selvagens, gaviões, mutum, saracura, tié-sangue, sanhaço, araponga e muitas espécies de beija-flor.
Os répteis são respresentados pelos teipus (lagartos que podem ter mais de 1 metro de comprimentos), calangos, lagartixas, cágados, jabutis, jararacas, cobras-corais, surucucu e jibóia. Além deles, existem anfíbios, peixes e invertebrados.
Desde o início da colonização, a mata Atlântica foi o ecossistema que mais sofreu com a ação humana. A extração do pau-brasil (usado como fonte de corante vermelho para tecidos), o ciclo da cana-de-açúcar e o do café, a mineração, a extração de madeiras nobres, a pecuária, a caça predatória e a ocupação de cidades (cerca de 2/3 da população vivem em áreas originalmente ocupadas pela mata Atlântica) foramm os principais fatores da devastação ecológica dessa região. Restam apenas cerca de 7%, pouco mais de 10.000 km2, transformados em parques estaduais e nacionais, protegidos por lei.
Com o cerrado, a mata Atlântica é o ecossistema mais ameaçado do mundo, ao mesmo tempo que é um dos 25 hotspots(pontos quentes, em inglês), ou seja, regiões de grande biodiversidade e amaeaçadas de extinção. Ela apresenta também muitas espécies endêmicas (espécies exclusivas desse bioma).
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
Entre as árvores, há o jequitibá-rosa a quaresmeira, o fedegoso, o ipê, a embaúda, a palmeira-juçara (que fornece o palmito), a canela, o jacarandá, o cedro e a peroba. No interior da floresta há grande variedade de trepadeiras, mata-paus e pteridófitas.
Na mata Atlântica vivem diversos mamíferos, muitos ameaçados de extinção: marsupiais (como o gambé e a cuíca-d-água), primatas (como o muriqui, o mico-leão, o mico-leão-fourado, o sagüi-preto e o macaco-prego), guaxinins (mão-pelada), coatis, onças-pintadas, gatos-do-mato, cachorros-vinagre, suçuaranas, caxinguelês, cutias, ouriços-cachoerios, porcos-do-mato, tatus, pacas, tamanduás-mirins, capivaras, antas e preguiças.
Entre as aves: macuco, inhambu, patos selvagens, gaviões, mutum, saracura, tié-sangue, sanhaço, araponga e muitas espécies de beija-flor.
Os répteis são respresentados pelos teipus (lagartos que podem ter mais de 1 metro de comprimentos), calangos, lagartixas, cágados, jabutis, jararacas, cobras-corais, surucucu e jibóia. Além deles, existem anfíbios, peixes e invertebrados.
Desde o início da colonização, a mata Atlântica foi o ecossistema que mais sofreu com a ação humana. A extração do pau-brasil (usado como fonte de corante vermelho para tecidos), o ciclo da cana-de-açúcar e o do café, a mineração, a extração de madeiras nobres, a pecuária, a caça predatória e a ocupação de cidades (cerca de 2/3 da população vivem em áreas originalmente ocupadas pela mata Atlântica) foramm os principais fatores da devastação ecológica dessa região. Restam apenas cerca de 7%, pouco mais de 10.000 km2, transformados em parques estaduais e nacionais, protegidos por lei.
Com o cerrado, a mata Atlântica é o ecossistema mais ameaçado do mundo, ao mesmo tempo que é um dos 25 hotspots(pontos quentes, em inglês), ou seja, regiões de grande biodiversidade e amaeaçadas de extinção. Ela apresenta também muitas espécies endêmicas (espécies exclusivas desse bioma).
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
Texto 49-a- Floresta Amazônica
A Floresta Amazônica cobre a maior parte da região ao norte da América do Sul e é a maior floresta tropical pluvial do mundo, com clima quente e bastante úmido e chuvas abundantes. Como as demais florestas tropicais, a rápida reciclagem da matéria orgânica é fundamental para a manutenção da comunidade, uma vez que o solo é pobre em nutrientes.
As matas de terra firme localizam-se em regiões mais altas, onde não ocorrem inundações. As matas de igapó situam-se em terrenos baixos, próximo a rios e, por isso, permanecem quase sempre inundadas. As matas de várzea são apenas temporariamente inundadas.
Há árvores altas, como cedro, virola, buriti, açaí, bacuri, cumaru, jatobá, seringueira e castanheira-do-pará, além de trepadeiras, como o guaraná, e grande número de epífitas. Na superfície das áreas tomadas pelas águas encontra-se a vitória-régia, vegetal com folhas circulares flutuantes, que podem chegar a 2 m de diâmetro.
Entre os mamíferos são comuns os primatas (guariba, barrigudo e outros macacos), os carnívoros (onça-pintada ou jaguar, cachorro-vinagre, coati, furão, jaguatirica, suçuarana ou onça-parda), tamanduás (que se alimentam de cupins), preguiças (que comem brotos de embaúba), esquilos, veados (galheiro, mateiro e catingueiro), porcos-do-mato (queixada e caititu) e mamíferos aquáticos (peixe-boi, boto, lontra e ariranha).
Há grande variedade de aves como mutuns, tucanos, araras, papagaios, jacus e pássaros. Entre os répteis, há lagartos, jacarés, tartarugas e serpentes (como sucuri, jibóia, surucucu e jararaca). Existe também uma variada coleção de anfíbios (sapos, rãs e pererecas), peixes (pirarucu, tucunaré, pacu, tambaqui) e uma infinidade de invertebrados.
Além do assoreamento dos rios, a região da Amazônia vem sendo destruída por desmatamentos para ceder espaço à agricultura, pecuária e extração de madeira e minérios. A caça predatória e a contaminação dos rios por mercúrio dos garimpos também contribuem para a poluição e a destruição desse ecossistema.
Segundo alguns cálculos, cerca de 14% da vegetação original da Amazônia já desapareceu. Com a retirada da vegetação das florestas tropicais, a pequena parcela de nutrientes do solo é arrastada pela chuva. Essa retirada também diminui a umidade da floresta, pois grande parte da água das chuvas resulta da transpiração da própria floresta, e facilita a erosão do solo.
A preservação da Amazônia é de interesse mundial, pois ela abriga a maior biodiversidade do planeta e de tantas espécies podem ser obtidas novas variedades vegetas e animais ainda mais úteis ao ser humano – cerca de 25% de todos os remédios foram obtidos de produtos retirados das florestas tropicais. Além disso, a destruição de florestas tropicais aumenta o aquecimento global do planeta, por meio do efeito estufa, e provoca outras alterações climáticas.
A exploração das florestas tropicais deve ser feita de forma cuidadosa para não alterar o equilíbrio ecológico. A coleta de produtos vegetais deve ser realizada nas reservas extrativistas, especialmente delimitadas para isso, sem colocar em risco o ecossistema. No caso da floresta Amazônica é possível comercializar borracha, babaçu, dendê, cacau, açaí, guaraná e castanha-do-pará.
A extração da madeira deve ser feita de forma controlada e restrita, definindo-se um rodízio das regiões de extração e restrita, definindo-se um rodízio das regiões de extração plantando-se novas árvores. A mineração exige planejamento mais profundo, incluindo novas técnicas não poluentes, principalmente nos garimpos de ouro, evitando a todo custo a poluição por mercúrio.
Texto 49- Biomas Brasileiros
Com 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território e grande variedade de clima, temperatura, solo e umidade, o Brasil abriga extraordinária diversidade de ecossistemas e de espécies animais e vegetais. No entanto, todos os biomas sofreram com a ocupação humana e parte da vegetação original já foi destruída.
Os biomas brasileiros são:
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Texto 48- Biociclo Marinho
A biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas do planeta. Para facilitar seu estudo, costumamos dividi-la em BIOCICLOS, que são: MARINHO ou TALASSOCICLO (conjunto de ecossistemas de água salgada); DULCÍCOLA ou LIMNOCICLO (conjunto de ecossistemas de água doce) e TERRESTRE ou EPINOCICLO (conjunto de ecossistemas de terra firme).
TALASSOCICLO
Cobrindo cerca de 71% do globo terrestre, os oceanos e os mares formam o maior biociclo. Na água as condições climáticas estão menos sujeitas a mudanças. Por exemplo, a variação de temperatura é bem menor que no meio terrestre por causa da circulação da água. Por isso, há um número menor de habitats e de nichos ecológicos, o que torna sua diversidade de espécies inferior à do epinociclo.
Os oceanos podem ser divididos de acordo com a PROFUNDIDADE em: ZONA LITORÂNEA (corresponde à região entre a maré alta e a baixa); ZONA NERÍTICA (corresponde à região do mar com até cerca de 200m de profundidade sobre a plataforma continental); ZONA BATIAL (situa-se, em média, entre 200m e 2000m de profundidade); ZONA ABISSAL (encontra-se a mais de 2000m de profundidade).
A variação da luz em função da profundidade influencia a distribuição dos seres vivos no biociclo marinho. As regiões mais produtivas dos mares (onde se desenvolve a maior variedade de seres vivos) situam-se próximo às regiões costeiras, que recebem luz e sais minerais, importantes para a fotossíntese. A vida aquática é particularmente rica nos estuários, regiões da costa onde os rios se encontram com o mar.
A COMUNIDADE MARINHA
De acordo com sua capacidade de deslocamento, os organismos aquáticos podem ser divididos em: Plâncton , nécton, bentos.
- PLÂNCTON – formado pelo conjunto de seres que se deslocam passivamente na água, arrastados pelas ondas e correntes marinhas: algas microscópicas, protozoários, pequenos crustáceos, larvas de crustáceos, larvas de vários animais e medusas. Embora muitos desse seres possuam movimentos próprios, são fracos demais para vencer a focar da correnteza e das ondas. As algas formam o FITOPLÂNCTON e os animais microscópicos formam o ZOOPLÂNCTON.
- NÉCTON – inclui os seres com movimentos ativos, capazes de nadar e vencer as correntes, como os peixes e os mamíferos aquáticos.
- BENTOS – formados pelos seres que vivem no leito do mar. Alguns são fixos, como as algas macroscópicas, as esponjas, as ostras, as cracas e as anêmonas; outros se movem pelo fundo, como as estrelas-do-mar, os caranguejos, os siris e os caramujos.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
TALASSOCICLO
Cobrindo cerca de 71% do globo terrestre, os oceanos e os mares formam o maior biociclo. Na água as condições climáticas estão menos sujeitas a mudanças. Por exemplo, a variação de temperatura é bem menor que no meio terrestre por causa da circulação da água. Por isso, há um número menor de habitats e de nichos ecológicos, o que torna sua diversidade de espécies inferior à do epinociclo.
Os oceanos podem ser divididos de acordo com a PROFUNDIDADE em: ZONA LITORÂNEA (corresponde à região entre a maré alta e a baixa); ZONA NERÍTICA (corresponde à região do mar com até cerca de 200m de profundidade sobre a plataforma continental); ZONA BATIAL (situa-se, em média, entre 200m e 2000m de profundidade); ZONA ABISSAL (encontra-se a mais de 2000m de profundidade).
A variação da luz em função da profundidade influencia a distribuição dos seres vivos no biociclo marinho. As regiões mais produtivas dos mares (onde se desenvolve a maior variedade de seres vivos) situam-se próximo às regiões costeiras, que recebem luz e sais minerais, importantes para a fotossíntese. A vida aquática é particularmente rica nos estuários, regiões da costa onde os rios se encontram com o mar.
A COMUNIDADE MARINHA
De acordo com sua capacidade de deslocamento, os organismos aquáticos podem ser divididos em: Plâncton , nécton, bentos.
- PLÂNCTON – formado pelo conjunto de seres que se deslocam passivamente na água, arrastados pelas ondas e correntes marinhas: algas microscópicas, protozoários, pequenos crustáceos, larvas de crustáceos, larvas de vários animais e medusas. Embora muitos desse seres possuam movimentos próprios, são fracos demais para vencer a focar da correnteza e das ondas. As algas formam o FITOPLÂNCTON e os animais microscópicos formam o ZOOPLÂNCTON.
- NÉCTON – inclui os seres com movimentos ativos, capazes de nadar e vencer as correntes, como os peixes e os mamíferos aquáticos.
- BENTOS – formados pelos seres que vivem no leito do mar. Alguns são fixos, como as algas macroscópicas, as esponjas, as ostras, as cracas e as anêmonas; outros se movem pelo fundo, como as estrelas-do-mar, os caranguejos, os siris e os caramujos.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Texto 47- Ameaças à biodiversidade
A biodiversidade pode ser definida como a variedade de organismos vivos, considerando todos os ecossistemas do planeta. Engloba a diversidade entre os indivíduos de uma mesmo espécie ( a diversidade genética), entre espécies e entre ecossistemas.
Atualmente, cerca de 1,4 milhão de espécies são conhecidas e catalogadas. Alguns cientistas estimam que devam existir em torno de 5 milhões de espécies ao todo, com margem de erro de 3 milhões para mais ou para menos. Essa estimativa exclui os seres procariontes.
Juntamente com outros países onde há florestas tropicais, o Brasil é um dos mais ricos em biodiversidade. Com 30% das florestas tropicais no mundo, detém aproximadamente 20% do número total de espécies conhecidas e a maior parte das espécies de mamíferos, peixes de água doce e angiospermas.
A degradação do ar, da água e do solo tem provocado desequilíbrio em vários ecossistemas, pondo em risco a sobrevivência de muitas espécies. Outras ameaças, como a caça esportiva e predatória e o comércio ilegal de animais, também têm contribuído para o desaparecimento de algumas espécies. A destruição de habitats e a introdução de espécies são fatores que alteram de maneira significativa os ecossistemas, ameaçando a biodiversidade.
Destruição de hábitats
A destruição de um hábitat, como uma floresta ou um recife de coral, afeta diretamente todas as espécies que vivem nele. A destruição é especialmente grave quando envolve espécies endêmicas, isto é, aquelas que vivem apenas em uma determinada região.
O desmatamento e a poluição são fatores que levam à destruição de habitats. Estima-se que, a cada ano, seja, destruídos cerca de 17 milhões de hectares de floresta tropical. Se essa tendência continuar, a previsão é de que, daqui a trinta anos, mais ou menos, 7% das espécies das florestas tropicais terão desaparecido.
A agropecuária exerce grande pressão ambiental sobre os ecossistemas naturais, pois a principal causa do desmatamento é a necessidade de aumentar a disponibilidade de solo para essas atividades. A expansão da fronteira agropecuária causa destruição das florestas, redução da biodiversidade, degradação solo, e contribui para mudanças climáticas e problemas sociais.
Extinção de espécies
A poluição e o desmatamento estão provocando cada vez mais a destruição de ecossistemas naturais e, consequentemente, ameaçando de extinção milhares de espécies.
A extinção de uma espécie é um evento irreversível. Além de causar a perda do patrimônio genético e evolutivo, a extinção também pode comprometer a estabilidade dos ecossistemas naturais, uma vez que interfere nas relações que as espécies estabelecem umas com as outras. Por exemplo, certas plantas são polinizadas por apenas uma espécie de ave. Nesse caso, a extinção dessa ave pode significar também a extinção da planta polinizada.
As relações ecológicas entre as espécies de um ecossistema muitas vezes são tão interdependentes que em certas comunidades a biodiversidade pode ficar comprometida quando uma única espécie é retirada. Essas espécies são denominadas espécies-chave.
Atualmente, cerca de 1,4 milhão de espécies são conhecidas e catalogadas. Alguns cientistas estimam que devam existir em torno de 5 milhões de espécies ao todo, com margem de erro de 3 milhões para mais ou para menos. Essa estimativa exclui os seres procariontes.
Juntamente com outros países onde há florestas tropicais, o Brasil é um dos mais ricos em biodiversidade. Com 30% das florestas tropicais no mundo, detém aproximadamente 20% do número total de espécies conhecidas e a maior parte das espécies de mamíferos, peixes de água doce e angiospermas.
A degradação do ar, da água e do solo tem provocado desequilíbrio em vários ecossistemas, pondo em risco a sobrevivência de muitas espécies. Outras ameaças, como a caça esportiva e predatória e o comércio ilegal de animais, também têm contribuído para o desaparecimento de algumas espécies. A destruição de habitats e a introdução de espécies são fatores que alteram de maneira significativa os ecossistemas, ameaçando a biodiversidade.
Destruição de hábitats
A destruição de um hábitat, como uma floresta ou um recife de coral, afeta diretamente todas as espécies que vivem nele. A destruição é especialmente grave quando envolve espécies endêmicas, isto é, aquelas que vivem apenas em uma determinada região.
O desmatamento e a poluição são fatores que levam à destruição de habitats. Estima-se que, a cada ano, seja, destruídos cerca de 17 milhões de hectares de floresta tropical. Se essa tendência continuar, a previsão é de que, daqui a trinta anos, mais ou menos, 7% das espécies das florestas tropicais terão desaparecido.
A agropecuária exerce grande pressão ambiental sobre os ecossistemas naturais, pois a principal causa do desmatamento é a necessidade de aumentar a disponibilidade de solo para essas atividades. A expansão da fronteira agropecuária causa destruição das florestas, redução da biodiversidade, degradação solo, e contribui para mudanças climáticas e problemas sociais.
Extinção de espécies
A poluição e o desmatamento estão provocando cada vez mais a destruição de ecossistemas naturais e, consequentemente, ameaçando de extinção milhares de espécies.
A extinção de uma espécie é um evento irreversível. Além de causar a perda do patrimônio genético e evolutivo, a extinção também pode comprometer a estabilidade dos ecossistemas naturais, uma vez que interfere nas relações que as espécies estabelecem umas com as outras. Por exemplo, certas plantas são polinizadas por apenas uma espécie de ave. Nesse caso, a extinção dessa ave pode significar também a extinção da planta polinizada.
As relações ecológicas entre as espécies de um ecossistema muitas vezes são tão interdependentes que em certas comunidades a biodiversidade pode ficar comprometida quando uma única espécie é retirada. Essas espécies são denominadas espécies-chave.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Texto 46-f - Desertos
Em geral os desertos estão situados em torno de 30º ao norte e ao sul
do equador, onde o ar que chega à superfície terrestre é muito seco, em regiões
da África ( o deserdo do Saara é o maior do mundo), da Ásia, dos Estados
Unidos, do México e da Austrália. As chuvas são raras, o clima é seco e o solo
é árido. Na maioria das vezes, o dia é muito quente, com temperatura acima de
40º C, que pode chegar a 54oC. A noite é muito fria, pois por caixa da falta de
vapor de água, o calor escapa rapidamente do solo.
Como há pouca água, a vegetação é pobre e esparsa. As poucas plantas
que existem estão adaptadas ao clima seco (plantas xerófilas). A funa também é
pobre. Além m de roedores (como o rato-canguru), há répteis (lagartos e
cobras), insetos (besouros, grilos), aracnídeos (escorpiões) e aves (corujas),
entre outros animais.
Texto 46-e - Campos
Localizam-se em regiões tropicais e temperadas que recebem uma quantidade de chuvas intermediária entre o deserto e a floresta. Isso dificulta o desenvolvimento de árvores de grande porte e facilita o surgimento de plantas pequenas, como as gramíneas. Nos campos das regiões tropicais – como a SAVANA, na África e na Austrália, e o CERRADO, na região Centro-Oeste brasileira -, além das gramíneas, há arbustos e árvores esparsas. Nos campos das regiões temperadas surgem vastas extensões de capim, que recebem diferentes nomes: estepes, na Ásia e Europa; pradarias, na América do Norte; pampas, no sul da América do Sul.
A vegetação rasteira permite a sobrevivência de muitos animais herbívoros e, consequentemente, dos carnívoros que deles se alimentam, o que pode ser visto nas savanas da África, onde há antílopes, girafas, zebras, gnus, rinocerontes, leões, guepardos, chacais e hienas, entre outros animais.
A vegetação rasteira permite a sobrevivência de muitos animais herbívoros e, consequentemente, dos carnívoros que deles se alimentam, o que pode ser visto nas savanas da África, onde há antílopes, girafas, zebras, gnus, rinocerontes, leões, guepardos, chacais e hienas, entre outros animais.
Texto-46-d - Floresta Tropical
As florestas tropicais representam os ecossistemas com a maior biodiversidade do planeta. Elas foram um dos primeiros biomas a se formarem na Terra, sendo, portanto, um dos mais antigos. Antigamente, quando o clima do planeta era mais quente, as florestas tropicais se estendiam por toda a superfície do planeta, hoje em dia, elas ocupam uma área correspondente a 6% da superfície da Terra. Elas se situam próximas a linha do equador, ocupando uma área entre o Trópico de Câncer ao Norte e o Trópico de Capricórnio ao Sul, existindo assim, florestas tropicais na América do Sul, América Central, África, Ásia e Oceania. No Brasil, a floresta amazônica e a mata atlântica são exemplos de florestas tropicais.
As florestas tropicais, devido à proximidade com a linha do equador, apresentam um clima bastante quente, com médias anuais que ficam em torno de 20 °C. Apresentam também uma alta taxa de pluviosidade ou de precipitação. A grande quantidade de chuva é devida a evapotranspiração dos vegetais, que aumenta a umidade destas regiões, fazendo com que nelas, o regime de chuva seja maior.
O solo da floresta tropical é muito pobre em nutrientes, ou seja, pouco férteis. Isto se deve ao fato destes solos conterem uma camada de areia, que não retém os nutrientes, que são assim carregados pelas águas das chuvas. Porém, devido ao grande calor e umidade, aliados a sobra fornecida pelas copas das árvores, ocorre neste ambiente uma grande decomposição de matéria orgânica, animais mortos, fezes, folhas, galhos, etc. Esta decomposição forma uma camada de húmus, que em alguns pontos pode chegar a 50 centímetros.
A flora das florestas tropicais é representada por árvores de grande porte e com largas copas. Vista de cima, as florestas tropicais formam um imenso tapete verde devido às copas das árvores. Dentro da floresta se forma uma imensa sombra, pois como as copas se encontram próximas uma das outras, elas evitam que os raios solares cheguem ao solo. Fazem parte da flora das florestas tropicais as bromélias, begônias, orquídeas, cipós, briófitas, pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá-rosa, entre outras.
As florestas tropicais abrigam mais da metade da fauna do nosso planeta. Existe uma variedade enorme de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, insetos, etc. Podemos citar como exemplo os morcegos, gorilas, macacos, felinos como a onça-pintada, pica-pau, papagaios, araras, jacarés, tucanos, capivara, e uma infinidade de insetos como besouros, borboletas, grilos, formigas, entre outros. As florestas tropicais desempenham papel de fundamental importância para o planeta, pois sem a sua cobertura vegetal, estas regiões refletiriam ainda mais calor na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Perder as florestas pode ainda afetar profundamente os padrões globais de ventos e chuvas, causando potencial aridez em várias áreas.
Apesar disso, continuam sofrendo com a atividade humana. O principal inimigo da floresta tropical é o desmatamento provocado pelo homem. O desmatamento ocorre para abrir áreas de pastagem para o gado, para a produção de papel, móveis e outros produtos e para construção de empreendimentos imobiliários. Os desmatamentos, junto com as queimadas tornam-se responsáveis por aproximadamente 30% do dióxido de carbono liberado no ar, aumentando a quantidade deste gás na atmosfera, e conseqüentemente a temperatura do planeta, além de causar a extinção de várias espécies animais e vegetais.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
As florestas tropicais, devido à proximidade com a linha do equador, apresentam um clima bastante quente, com médias anuais que ficam em torno de 20 °C. Apresentam também uma alta taxa de pluviosidade ou de precipitação. A grande quantidade de chuva é devida a evapotranspiração dos vegetais, que aumenta a umidade destas regiões, fazendo com que nelas, o regime de chuva seja maior.
O solo da floresta tropical é muito pobre em nutrientes, ou seja, pouco férteis. Isto se deve ao fato destes solos conterem uma camada de areia, que não retém os nutrientes, que são assim carregados pelas águas das chuvas. Porém, devido ao grande calor e umidade, aliados a sobra fornecida pelas copas das árvores, ocorre neste ambiente uma grande decomposição de matéria orgânica, animais mortos, fezes, folhas, galhos, etc. Esta decomposição forma uma camada de húmus, que em alguns pontos pode chegar a 50 centímetros.
A flora das florestas tropicais é representada por árvores de grande porte e com largas copas. Vista de cima, as florestas tropicais formam um imenso tapete verde devido às copas das árvores. Dentro da floresta se forma uma imensa sombra, pois como as copas se encontram próximas uma das outras, elas evitam que os raios solares cheguem ao solo. Fazem parte da flora das florestas tropicais as bromélias, begônias, orquídeas, cipós, briófitas, pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá-rosa, entre outras.
As florestas tropicais abrigam mais da metade da fauna do nosso planeta. Existe uma variedade enorme de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, insetos, etc. Podemos citar como exemplo os morcegos, gorilas, macacos, felinos como a onça-pintada, pica-pau, papagaios, araras, jacarés, tucanos, capivara, e uma infinidade de insetos como besouros, borboletas, grilos, formigas, entre outros. As florestas tropicais desempenham papel de fundamental importância para o planeta, pois sem a sua cobertura vegetal, estas regiões refletiriam ainda mais calor na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Perder as florestas pode ainda afetar profundamente os padrões globais de ventos e chuvas, causando potencial aridez em várias áreas.
Apesar disso, continuam sofrendo com a atividade humana. O principal inimigo da floresta tropical é o desmatamento provocado pelo homem. O desmatamento ocorre para abrir áreas de pastagem para o gado, para a produção de papel, móveis e outros produtos e para construção de empreendimentos imobiliários. Os desmatamentos, junto com as queimadas tornam-se responsáveis por aproximadamente 30% do dióxido de carbono liberado no ar, aumentando a quantidade deste gás na atmosfera, e conseqüentemente a temperatura do planeta, além de causar a extinção de várias espécies animais e vegetais.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
Texto-46-c - Florestas Temperadas
Floresta temperada ou floresta decídua temperada, ou ainda, floresta caducifólia, por causa da queda das suas folhas no período do Inverno, é um bioma encontrado nas regiões situadas entre os pólos e os trópicos, característica das zonas temperadas húmidas e abrange o oeste e centro da Europa, leste da Ásia (Coreia, Japão, e partes da China) e o leste dos Estados Unidos. Situa-se, pois, abaixo da Taiga.
As temperaturas médias anuais são moderadas, embora a temperatura média vá cariando ao longo do ano. As quatro estações do ano encontram-se bem definidas. Os índices pluviométricos atingem médias entre 75 a 100 centímetros por ano. A energia solar que vai incindindo nas regiões de florestas temperadas é maior do que, por exemplo, nas tundras, e consegue atingir mais facilmente o solo, pois existem espaços maiores entre a copa das árvores do que, por exemplo, nas florestas tropicais.
O solo destas florestas é muito rico em nutrientes devido, sobretudo, ao processo natural de decomposição das folhas que vai enriquecendo o solo em nutrientes. A acumulação de matéria orgãnica dá-se, sobretudo nos primeiros horizontes do solo, que possuem, por isso, uma cor mais escura.
A vegetação das florestas temperadas é variada, desde as coníferas e árvores com folhas largas caducas, como as das florestas da Europa e da América do Norte, às árvores de folhas largas que se mantêm verdes todo o ano, típicas da Flórida e Sul da Nova Zelândia. Há vários tipos de florestas temperadas, mas as árvores de folha caduca são predominantes, embora apresentem também árvores de folha persistente, cujas folhas se encontram transformadas em agulhas.
A vegetação apresenta variações sazonais e o seu crescimento ocorre, sobretudo, na Primavera e no Verão.
Embora predominem as árvores, existem também arbustos e plantas herbáceas.
A cobertura vegetal pode apresentar até quatro estratos, desde grandes árvores até plantas rasteiras. Aparecem faias, carvalhos (como o carvalho-roble), castanheiros, abetos (como o abeto branco ou abeto do Canadá, muito frequente na Europa Central) e pinheiros (como o Pinheiro silvestre, comum em vários países da Europa e o Pinheiro-negro). Os abetos encontram-se preferencialmente em solos ricos e húmidos enquanto que os pinheiros, se encontram em solos pobres.
A fauna é variada e podem encontrar-se javalis, gatos bravos, linces, lobos, raposas, esquilos, veados, ursos, martas, muitos insectos, répteis e aves diversas, algumas de grande porte (águia de asa redonda, águia-real, ...). Aparecem ainda muitos invertebrados.
Nalgumas regiões, como forma de adaptação às baixas temperaturas do Inverno, alguns animais migram enquanto que outros hibernam. Outros ainda, como os esquilos, armazenam comida para ser usada durante o Inverno.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
As temperaturas médias anuais são moderadas, embora a temperatura média vá cariando ao longo do ano. As quatro estações do ano encontram-se bem definidas. Os índices pluviométricos atingem médias entre 75 a 100 centímetros por ano. A energia solar que vai incindindo nas regiões de florestas temperadas é maior do que, por exemplo, nas tundras, e consegue atingir mais facilmente o solo, pois existem espaços maiores entre a copa das árvores do que, por exemplo, nas florestas tropicais.
O solo destas florestas é muito rico em nutrientes devido, sobretudo, ao processo natural de decomposição das folhas que vai enriquecendo o solo em nutrientes. A acumulação de matéria orgãnica dá-se, sobretudo nos primeiros horizontes do solo, que possuem, por isso, uma cor mais escura.
A vegetação das florestas temperadas é variada, desde as coníferas e árvores com folhas largas caducas, como as das florestas da Europa e da América do Norte, às árvores de folhas largas que se mantêm verdes todo o ano, típicas da Flórida e Sul da Nova Zelândia. Há vários tipos de florestas temperadas, mas as árvores de folha caduca são predominantes, embora apresentem também árvores de folha persistente, cujas folhas se encontram transformadas em agulhas.
A vegetação apresenta variações sazonais e o seu crescimento ocorre, sobretudo, na Primavera e no Verão.
Embora predominem as árvores, existem também arbustos e plantas herbáceas.
A cobertura vegetal pode apresentar até quatro estratos, desde grandes árvores até plantas rasteiras. Aparecem faias, carvalhos (como o carvalho-roble), castanheiros, abetos (como o abeto branco ou abeto do Canadá, muito frequente na Europa Central) e pinheiros (como o Pinheiro silvestre, comum em vários países da Europa e o Pinheiro-negro). Os abetos encontram-se preferencialmente em solos ricos e húmidos enquanto que os pinheiros, se encontram em solos pobres.
A fauna é variada e podem encontrar-se javalis, gatos bravos, linces, lobos, raposas, esquilos, veados, ursos, martas, muitos insectos, répteis e aves diversas, algumas de grande porte (águia de asa redonda, águia-real, ...). Aparecem ainda muitos invertebrados.
Nalgumas regiões, como forma de adaptação às baixas temperaturas do Inverno, alguns animais migram enquanto que outros hibernam. Outros ainda, como os esquilos, armazenam comida para ser usada durante o Inverno.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
Texto-46-b - Taiga
A Taiga, também conhecida como floresta de coníferas ou floresta boreal, localiza-se exclusivamente no Hemisfério Norte, encontra-se em regiões de clima frio e com pouca humidade. Distribui-se ao longo de uma faixa situada entre os 50 e 60 graus de latitude Norte e abrange áreas da América do Norte, Europa e Ásia. Localiza-se, portanto, a Sul da Tundra.
O clima é subártico, com ventos fortes e gelados durante o ano todo. Estas florestas são frias e recebem pouca precipitação, 40-100 cm anualmente. As estações do ano são duas, Inverno e Verão. O Inverno é muito frio, longo e seco, caindo a precipitação sob a forma de neve; os dias são pequenos. O Verão é muito curto e húmido e os dias são longos.
Os valores da temperatura oscilam entre -54º e 21ºC.
O solo é fino, pobre em nutrientes e cobre-se de folhas e agulhas caídas das árvores tornando-se ácido e impedindo o desenvolvimento de outras plantas.
A vegetação é pouco diversificada devido às baixas temperaturas registadas (a água do solo encontra-se congelada), sendo constituída sobretudo por coníferas - abetos (como o Abeto do Norte) e pinheiros (como o Pinheiro silvestre), cujas folhas aciculares e cobertas por uma película cerosa, as ajuda a conservar a humidade e o calor durante a estação fria. Outra conífera que também pode aparecer é o Larício europeu de folha caduca - Lárice. Em certas condições também podem aparecer Bétulas e Faias pretas.
As florestas boreais demoram muito tempo a crescer e há pouca vegetação rasteira. Aparecem no entanto, musgos, líquenes e alguns arbustos.
As árvores demonstram a existência de adaptações ao meio. Sendo de folha persistente, conservam, quando a temperatura baixa, a energia necessária à produção de novas folhas e assim que a luz solar aumenta, podem começar de imediato a realizar a fotossíntese.
Embora haja precipitação, o solo gela durante durante os meses de Inverno e as raízes das plantas não conseguem água. A adaptação das folhas à forma de agulhas limita, então, a perda de água, por transpiração. Também a forma cónica das árvores da Taiga contribui para evitar a acumulação da neve e a subsequente destruição de ramos e folhas.
Os animais aqui existentes são alces, renas, veados, ursos, lobos, raposas, linces, arminhos, martas, esquilos, morcegos, coelhos, lebres e aves diversas como por exemplo pica-paus e falcões. Os charcos e pântanos que surgem no Verão constituem um óptimo local para a procriação de uma grande variedade de insectos. Muitas aves migradoras vêm até à Taiga para nidificar e alimentar-se desses insectos. Tal como na Tundra, não aparecem répteis devido aos grandes frios.
Muitos animais, sobretudo aves, migram para climas mais quentes assim que a temperatura começa a baixar. Outros ficam, encontrando-se adaptados através das penas, pêlos e peles espessas que os protegem do frio. Por vezes adaptam-se à mudança de estação através da mudança de cor das suas penas ou pêlos. A pele do arminho, por exemplo, muda de castanho escuro para branco, no Inverno, contribuindo assim para ajudar o animal a camuflar-se e a proteger-se dos seus predadores.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
O clima é subártico, com ventos fortes e gelados durante o ano todo. Estas florestas são frias e recebem pouca precipitação, 40-100 cm anualmente. As estações do ano são duas, Inverno e Verão. O Inverno é muito frio, longo e seco, caindo a precipitação sob a forma de neve; os dias são pequenos. O Verão é muito curto e húmido e os dias são longos.
Os valores da temperatura oscilam entre -54º e 21ºC.
O solo é fino, pobre em nutrientes e cobre-se de folhas e agulhas caídas das árvores tornando-se ácido e impedindo o desenvolvimento de outras plantas.
A vegetação é pouco diversificada devido às baixas temperaturas registadas (a água do solo encontra-se congelada), sendo constituída sobretudo por coníferas - abetos (como o Abeto do Norte) e pinheiros (como o Pinheiro silvestre), cujas folhas aciculares e cobertas por uma película cerosa, as ajuda a conservar a humidade e o calor durante a estação fria. Outra conífera que também pode aparecer é o Larício europeu de folha caduca - Lárice. Em certas condições também podem aparecer Bétulas e Faias pretas.
As florestas boreais demoram muito tempo a crescer e há pouca vegetação rasteira. Aparecem no entanto, musgos, líquenes e alguns arbustos.
As árvores demonstram a existência de adaptações ao meio. Sendo de folha persistente, conservam, quando a temperatura baixa, a energia necessária à produção de novas folhas e assim que a luz solar aumenta, podem começar de imediato a realizar a fotossíntese.
Embora haja precipitação, o solo gela durante durante os meses de Inverno e as raízes das plantas não conseguem água. A adaptação das folhas à forma de agulhas limita, então, a perda de água, por transpiração. Também a forma cónica das árvores da Taiga contribui para evitar a acumulação da neve e a subsequente destruição de ramos e folhas.
Os animais aqui existentes são alces, renas, veados, ursos, lobos, raposas, linces, arminhos, martas, esquilos, morcegos, coelhos, lebres e aves diversas como por exemplo pica-paus e falcões. Os charcos e pântanos que surgem no Verão constituem um óptimo local para a procriação de uma grande variedade de insectos. Muitas aves migradoras vêm até à Taiga para nidificar e alimentar-se desses insectos. Tal como na Tundra, não aparecem répteis devido aos grandes frios.
Muitos animais, sobretudo aves, migram para climas mais quentes assim que a temperatura começa a baixar. Outros ficam, encontrando-se adaptados através das penas, pêlos e peles espessas que os protegem do frio. Por vezes adaptam-se à mudança de estação através da mudança de cor das suas penas ou pêlos. A pele do arminho, por exemplo, muda de castanho escuro para branco, no Inverno, contribuindo assim para ajudar o animal a camuflar-se e a proteger-se dos seus predadores.
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46-b-Taiga
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46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
47- Ameaças à biodiversidade
48- Biociclo Marinho
Texto 46-a- Tundra
TUNDRA – região ao redor do pólo norte, que permanece gelada a maior
parte do tempo. Durante o verão, a neve derrete e surge uma vegetação rasteira
(musgo, líquens, capim). Entre os animas, há insetos, pássaros, caribus,
lemingues, lebre ártica, raposa polar e lobo ártico.
46 - Biodiversidade - Distribuição da vida na biosfera
46-a-Tundra
46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
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46-b-Taiga
46-c-Florestas Temperadas
46-d-Florestas Tropicais
46-e-Campos
46-f-Desertos
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49- Biomas Brasileiros
49-a- Floresta Amazônica
49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
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49-b- Mata Atlântica
49-c- Caatinga
49-d- Cerrado
49-e- Pampas
49-f- Pantanal
49-g- Mata de Araucária
49-h- Mata dos Cocais
49-i- Manguezal
50- Distribuição Geográfica dos Animais
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